
Um dos maiores arcos do Universo Marvel, a Guerra Civil, ou Civil War no original, embora seja de 2006 finalmente chega ao Brasil pela Panini a edição especial encadernada. Na trama os Novos Guerreiros - uma equipe de supers que tem seu próprio Reality Show - invade o esconderijo de um grupo de vilões que havia sequestrado uma menina no meio Connecticut. Até então nada fora da realidade para o universo Marvel já aconstumada com a presença de super seres.
A grande questão é que neste seleto grupo de sequestradores em questão esta Nitro, um vilão capaz de gerar explosões. Após um breve diálogo onde o então líder dos Novos Guerreiros, Sppedball, deixa claro que sem esse resgate a série vai ser cancelada, e isso é tudo que importa, eles partem para o ataque; no primeiro momento parece que o resgate vai aconter sem grandes problemas, mas no fim Nitro provoca uma grande explosão devastando toda a área, incluindo na destruição escolas, casas e hospitais.
Esse incidente gera um grande descontentamento dos civis frente a comunidade de heróis. Começasse a questionar o verdadeiro papel dos vigilantes. Para quem conhece bem HQ, numa escala bem menor, mas bem semelhante o incidente é parecido com os movimentos Cíveis do Wathman (outra graffic novel recomendada). Com a pressão da sociedade para que o crime de Stantord, Connecticut, não se repita uma lei controversa é aprovada e todos os heróis agora deveriam se registrar e passariam a trabalhar para o governo dos EUA.
Essa situação divide toda a super comunidade em dois grupos o primeiro do Homem de Ferro, pró registro e o segundo liderado pelo Capitão América, contra o registro. A partir dai a história se desenrola de forma brilhante no combate entre os dois grupos.

A edição encadernada da Panini é de boa qualidade, com capa dura e papel especial, nas últimas páginas tem os desenhos das capas da minisérie. Mas ainda assim a publicação carece de algumas coisas, em especia,l das revistas regulares que foram afetadas pela série como Homem-Aranaha e Quarteto Fantástico, que fazem com que alguns assuntos mais internos fiquem um pouco superficiais para quem nunca leu. Mas a maior falta sem dúvida é o prólogo, que narra o julgamento de Steve Rogers e sua morte.
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